A rede particular de ensino tem em
Manaus 400 escolas dedicadas ao ensino pre-escolar, mas 280 delas
funcionam de maneira irregular. Os problemas estão na infraestrutura,
formação de professores e despreparo para lidar com as crianças.
“Já
recebemos denúncias de pais que reclamavam sobre abuso na hora de
chamar a atenção das crianças e muitos professores não estão preparados
para educar”, diz a secretária executiva do Conselho Municipal de
Educação (CME), Nara Helena Teófico. “(professores) Não são pedagogos,
nem possuem curso superior de magistério. Então, o que e como vão
ensinar”, questionou .
Essa situação
pune os pais que fogem das escolas públicas. No intuíto de dar melhores
condições educaionais aos filhos, eles pagam mais caro, no entanto são
submetidos a escolas que tem os mesmo problemas de uma escola pública.
“A
gente paga pro filho ser bem formado, ter as melhores condições, mas ai
acontece isso. Me sinto enganado”, diz o funcionário público Rodrigo
Rabello, cuja filha de cinco anos estuda numa escola particular. “Vou
ver se a escola está entre as irregularidades”, afirmou.
Mobiliário
inadequado, falta de alvará do Corpo de Bombeiros, falta de área de
lazer e excesso de crianças em sala de aula e até a ausência do Cadastro
Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), são itens que engrossam a lista de
irregularidades dos estabelecimentos de ensino.
“Por isso, não conseguem alvará da saúde nem licença dos bombeiros.
Outras têm problemas com relação à qualificação docente”, disse o
gerente administrativo do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino
Particular de Manaus (Sinepe) Luciano Martins.
Portal A Crítica.
Eder Maia- Informa.
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